Novidades no tratamento do câncer de mama triplo negativo: o que mudou?
Durante muitos anos, falar em tratamento do câncer de mama triplo negativo significava falar principalmente em quimioterapia. Hoje, felizmente, esse cenário é bem diferente.
Durante muitos anos, falar em tratamento do câncer de mama triplo negativo significava falar principalmente em quimioterapia. Hoje, felizmente, esse cenário é bem diferente.
Afinal, tem como prevenir o câncer de mama? A resposta honesta começa com uma distinção importante: a prevenção absoluta não existe. Isso porque o câncer de mama é uma doença multifatorial, e parte dos casos surge em mulheres sem nenhum fator de risco identificável.
Os sinais de câncer de mama nem sempre são óbvios e, em muitos casos, aparecem de forma sutil, sem dor ou urgência aparente. Por isso, conhecer o próprio corpo é uma das ferramentas mais poderosas para o diagnóstico precoce, algo essencial para garantir maiores chances de cura.
O câncer de mama não é uma doença única, e um tipo de tumor pode responder melhor ou pior a determinados tratamentos. É por isso que é importante entender qual é o subtipo da doença após um diagnóstico – e, aqui, os casos de câncer de mama luminal A e B são os mais comuns. Esses dois subtipos são diferentes, e os tratamentos para cada um também.
Receber o diagnóstico de câncer de mama pode ser uma das experiências mais impactantes da vida. Nesse contexto, saber o que fazer nas primeiras horas e semana faz toda a diferença. Aqui, a sensação de que tudo precisa ser resolvido ao mesmo tempo é real, mas a boa notícia é que, na maioria dos casos, existe tempo para respirar, reunir informações e tomar decisões com calma e clareza.
O HER2 ultralow é um dos temas mais recentes e relevantes da oncologia mamária, e começa a aparecer em laudos e conversas no consultório. Trata-se de uma nova categoria de classificação HER2 no câncer de mama, mais refinada e com consequências positivas para o tratamento.
Quando o diagnóstico do câncer de mama chega, uma das grandes perguntas é: quem vai cuidar de mim e como as decisões serão tomadas? Nesse contexto, o tumor board no câncer de mama existe exatamente para responder a essa pergunta, além de para garantir que a resposta seja a melhor possível.
O rastreamento de câncer de mama em mulheres jovens é um tema que tem gerado cada vez mais perguntas no consultório – e com razão. Embora a doença seja mais frequente após os 50 anos, os casos em mulheres com menos de 40 anos têm aumentado no Brasil e no mundo, e entender quando e como investigá-lo faz toda a diferença para o diagnóstico precoce.
Receber o resultado da cirurgia de câncer e descobrir que ainda existem células tumorais no corpo pode ser uma notícia difícil. Aqui, a sensação pode até ser a de que o tratamento “falhou” – e, apesar dessa leitura ser compreensível, isso não é real. A presença da doença residual no câncer de mama não é um fracasso, mas sim um sinal de que o organismo respondeu à terapia, e que o próximo passo requer adaptação.
A menopausa precoce no câncer de mama é uma realidade frequente, e que pode acontecer de forma abrupta, impactando corpo e mente além do que se imagina antes do diagnóstico. Isso porque entrar na menopausa mais cedo que o esperado é o efeito direto de algumas das terapias mais usadas contra a doença.